Fotos!

Abril 17, 2008 at 9:29 pm (Uncategorized)

Peço imensa desculpa por só agora escrever. Mas desde que voltei tenho trabalhado imenso e ter a motivação para pegar em 1700 fotos, fazer uma selecção das melhores de cada local, arranja-las e edita-las e uploadar para a net. Enfim, só fiz isso esta semana que passou. Senti a pressão da minha próxima viagem a chegar sem ter as fotos da anterior arranjadas (Vou de carro para Marrocos com 3 amigos dentro de 15 dias). O blog não é o melhor sitio para colocar fotos por isso resolvi colocar no Picasa.

O endereço é o seguinte: http://picasaweb.google.pt/noyoudont

Aconselho a escolherem uma secção, e usarem o slide show, já que conseguem ver a foto em ecrã inteiro (de preferência vejam em full screen - f11) e com melhor qualidade que em tamanho pequeno. Também têm a opção de descarregar os álbuns para o computador (cada foto ocupa cerca de 400kbs, por isso os álbuns não são muito grandes)..

Se gostarem de algumas em particular, qualquer comentário seria bom :)

As fotos têm alguns comentários mas obviamente não são suficientes. Tenciono durante esta semana ou a próxima, com a ajuda do meu diário de viagem, escrever um grande post a descrever mais pormenores da minha viagem.

E quero também colocar alguns posts sobre a minha próxima viagem, antes de a fazer. Espero que gostem :)

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Voltei!

Fevereiro 17, 2008 at 10:40 pm (Uncategorized)

Só para dizer que ainda estou vivo :) cheguei hoje de Berlin. Felizmente toda a viagem foi fantástica e correu de acordo com o planeado… agora vou dormir e esta semana trabalho mas vou tentar, ao longo desta semana, colocar aqui um resumo e fotos de cada cidade…

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Atenas

Janeiro 26, 2008 at 7:05 pm (Uncategorized)

Cidade em geral feia cheia de carros e poluida, com uma vida nocturna bastante activa, mercados de rua espectaculares e uma baixa engracada. Mas acima de tudo, os sitios historicos e arquelogicos. Estar por baixo da Acropole ou sentar/me nas bancadas dos teatros gregos, fez/me sentir completamente arrepiado a pensar em todas as cenas que vemos retratadas nos filmes ou aprendemos na escola.










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Ready Set Go

Janeiro 25, 2008 at 2:25 pm (Uncategorized)

Já estou em Barcelona, daqui a poucas horas tenho avião para Atenas para começar a viagem! :D

Vou tentar escrever aqui qq coisa durante a viagem… :)

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Dicas para viajantes

Janeiro 17, 2008 at 3:26 am (Uncategorized)

Através das estatísticas do Blog, e análise das pesquisas do google que muitas pessoas têm feito antes de entrar pela primeira vez neste site, decidi escrever algumas dicas para quem planeia viajar pelo médio oriente, resultado de várias dezenas de horas de investigação, para tentar que quem passar pela mesma situação que eu (e já recebi mensagens de duas pessoas que irão fazer viagens semelhantes - já agora, José Figueiredo, gostava de falar contigo sobre a tua viagem, talvez nos cruzemos, não tenho forma de te contactar, manda-me e-mail para noyoudont@gmail.com- ) ) não tenha de perder tanto tempo à procura de informação:

 Segurança - A maior parte dos países do médio oriente, têm índices de roubos e criminalidade inferior aos standards europeus (O Cairo, como qualquer cidade gigante, possui alguns pickpockets no meio das confusões, mas algum bom senso trás segurança). Em relação a atentados, a probabilidade de sermos vítimas de atentados é superior à existente na Europa, mas por outro lado, continua a ser uma probabilidade muito pequena, imensamente mais pequena que termos um acidente na estrada).

Excepções:
Iraq - Não é preciso explicar muito porquê, uma ida ao Iraq sem ter protecção armada, resulta numa probabilidade incrivelmente alta de serem mortos ou raptados.
Faixa de Gaza em Israel - Zona de conflito, todas as semanas há ataques e vários mortos.
Yemen- Situação parecida com a do Iraq
Norte de Àfrica, nomeadamente, Sudão e Somália - Enquanto o Sudão está numa crise humanitária terrível, com violência diária em vários pontos, a Somália, em especial a capital, Mogadishu é considerada a cidade mais sem-lei do mundo, estando sem governo há 15 anos. Uma ida a Mogadishu resultará quase certamente em morte a não ser que escoltado por tanques (não estou a exagerar, muitas fontes confirmam isto).
Mulheres a viajar sozinhas - Devem ter algum cuidado em alguns países como no Egipto, o assédio e rapto é possível…

Mergulho e Snorkeling no Mar Vermelho - Sendo que a Arábia Saudita continua a ser um país muito complicado para entrar, e os países a sul do Egipto (Sudão, etc.) e Yemen não são muito seguros, resta-nos Israel (em Eilat), Aqaba (na Jordânia) e um número enorme de sítios no Egipto para mergulhar nestas águas cheias de rica vida marinha. Em relação a Aqaba e Eilat, têm alguns pontos interessantes, mas a informação que recolhi indica que o Egipto deverá ser a escolha certa. Em teoria, quanto mais para sul se for, mais tropical é a água. No entanto, os dois pontos mais turísticos para o fazer são Hurghada e Sharm el Sheik, junto à área do Sinai. Inicialmente iria fazer uma paragem em Hurghada, mas depois vi que as pessoas que conheciam bem a zona, recomendavam a cidade de Dahab. Porquê? Porque ao contrário das outras duas, que foram convertidas num local de resorts para turistas ocidentais, sem qualquer charme egípcio, Dahab ainda possuí muito a identidade do Egipto. Para além disso, possuí imensos pontos para mergulho, tais como o Blue Hole (pesquisem no google images) que é lindo, existe uma grande tradição de backpackers irem para lá aproveitar a vida, e a diversidade marinha parece ser formidável.

Vistos:  Em relação aos países que vou visitar, apenas tirem o visto para o Egipto (25 euros), já que, para além da Turquia, é o único pais com representação diplomática em Portugal. De resto, a Turquia cede-vos o visto por 10 euros na fronteira. Os Emiratos Arabes Unidos, se viajarem de avião, e ficarem até 3 dias, cedem-vos um visto de escala de graça. A Síria é mais complicado. Podem obter o visto no consulado de Istanbul ou então, teoricamente, como não temos representação diplomática em Portugal, podemos obter na fronteira (penso que no caso de chegar ao aeroporto, será mais fácil). A Jordânia é facílimo obter o visa na fronteira. Israel não necessita.  Vou actualizar toda esta informação caso me aperceba de algum problema durante a viagem.

Fico-me por aqui. Se me quiserem fazer questões, posso tentar ajudar. Comentem este post e tentarei responder como conseguir. Um bom site para obterem informação é o www.wikitravel.com, especialmente a versão em Inglês, porque  a Portuguesa tem muito menos informação.

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Site que encontrei

Janeiro 17, 2008 at 2:50 am (Uncategorized)

Encontrei hoje um site, brasileiro, que achei muito interessante porque descreve uma série de sítios, sendo que vou estar em todos eles. O site é o http://revistao2.uol.com.br/mostramateria.asp?IDmateria=1318

Passo a citar:

 

Terra Santa para todos

Ninguém precisa ter uma religião definida para pegar o ônibus que parte a cada 40 minutos da capital israelense rumo a Jerusalém, considerada a capital religiosa do país. Ali, quem não crê em nada ou ninguém pode descobrir que a fé é muito maior do que acreditar em um Deus.

 

“É um lugar único, que provoca reações singulares. Em algumas pessoas, o imaginário e os sentimentos religiosos são tocados de tal forma que uma simples viagem de turismo pode resultar em um estranho fenômeno psicológico batiza­do de Síndrome de Jerusalém”, escreveu o jornalista César Tralli, no livro “Olhar Crônico”, em 2001.

 

A religiosidade é um espetáculo à parte na Terra Santa. Para os judeus, Jerusalém está localizada no Monte do Templo, e foi ali que o Rei Salomão construiu o primeiro tem­plo sagrado, há 3 mil anos, e é lá que será a chegada do Messias. Para os muçulmanos, a Explanada da Mesquita, localizada na cidade antiga, é o terceiro lugar mais sagrado, depois de Meca e Medina. Os cristãos, por sua vez, acreditam que Jesus pregou no templo e expulsou mercadores que lucravam com a exploração dos peregrinos. A tal síndrome, explicada por Tralli no livro, é perfeitamente entendida na medida em que se caminha pelas vielas da cidade antiga.

 

Jerusalém antiga é dividida em quatro: uma parte dos judeus, outra dos árabes, um quarto dos armênios e outro dos cristãos. Caminhar pelos bairros é um dos melhores passeios na cidade. Dessa forma, é possível tomar um chá árabe, comprar artesanatos cristãos ou se deparar com uma lojinha fechada, se o passeio for no sábado, Shabat, dia de guarda dos judeus. É fácil, no entanto, encontrá-los aos montes, com a vestimenta preta, costeletas compridas, Torá na mão. É no Muro das Lamentações que homens, mulheres e crianças, cada um respeitando o espaço físico a que tem direito, pregam, pedem ou agradecem. De pé, em um movimento de vai-e-vem com o corpo – e que simboliza o ato de se entregar a Deus –, centenas de pessoas tocam, com sutileza, o coração até dos mais insensíveis e incrédulos.

 

Em março, é realizada, no sobe-e-desce da cidade, a Meia-Maratona de Jerusalém (http://hmarathon.jerusalem.muni.il/). Esse ano, a 16ª edição contou com 450 atletas percorrendo os 21 km e mais de 600 no percurso de 10 km. A prova é realizada apenas na parte nova da cidade, mas passa por impressionantes pontos turísticos, como o Museu do Holocausto, a Suprema Corte e o Museu de Israel. “É uma excelente sensação percorrer lugares tão históricos”, explicou o fotógrafo Udi Wallach, que mora em Tel Aviv, mas viaja todo o país para fazer provas de corrida e de ciclismo.

 

Lembrança eterna

O novo complexo do Museu do Holocausto Yad Vashem abriga a maior quantidade de objetos históricos e memórias dos mortos e sobreviventes ao holocausto no mundo. É impressionante ver os mais de 2.500 artefatos, incluindo testemunhos, objetos pessoais, fotografias e filmes, coletados nos últimos 50 anos. Desde 1995, historiadores trabalham

para recuperar a identidade dos 6 milhões de judeus que foram mortos. Hoje, apenas 3 milhões estão catalogados, no Hall dos Nomes, sala especial do complexo. O museu oferece, pela Internet, um serviço para registrar a identidade dos judeus ainda não identificados ou desaparecidos. O site é www.yadvashem.org.

 

Israel ao norte

Ao fazer divisa com países inimigos, o norte de Israel foi palco da última guerra no país contra o Líbano, entre julho e setembro do ano passado. Hoje, com o esquema de segurança completamente reestruturado, a região recebe turistas para todos os gostos: esquiar nas montanhas do Golã, saborear um bom vinho nas vinícolas locais, conhecer Nazaré, cidade de Maria e José, na qual Jesus cresceu, ou encarar, correndo ou de bicicleta, a pista da 65 km que circula o Mar da Galiléia. Segundo a tradição cristã, foi ali que Jesus andou pelas águas e fez o milagre dos peixes. A região da Galiléia, que está a 200 metros abaixo do nível do mar, é o centro esportivo mais tradicional do país. Voltas de ciclismo, maratona internacional e campeonatos de windsurfe são realizados, anualmente, nas águas sagradas, cuja temperatura fica em torno dos 22°C o ano todo. Propostas da prefeitura da cidade e do governo planejam, para os próximos anos, a Volta de Israel, nos moldes do Tour de France ou Giro d’Italia. Wallach, o fotógrafo, espera ansiosamente pelo evento.

 

Vizinhos do bem

Há 13 anos Israel e Jordânia – país ao leste – mantêm um acordo de paz que permite a abertura da fronteira entre os países, apesar de a Jordânia ser território árabe. O mesmo acontece com o Egito, que faz fronteira ao sul, pela cidade de Eilat, e que há 28 anos tem fronteira aberta com Israel.

 

Por isso, viajar para Israel é muito mais do que conhecer o pequeno pedaço de terra espremido entre o Mar Vermelho e o mundo árabe. Saindo de Jerusalém, em meia hora de ônibus é possível cruzar para o país vizinho.

 

Passar um dia em Petra é regressar na história. A ruína vermelha já foi uma agitada metrópole habitada em 3 a.C. e ocupada pelos romanos no ano 106 d.C. Ali, Indiana Jones encontrou o grande cálice, no filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”. O tíquete de um dia custa US$ 21 (R$ 43). Após ser conquistada pelos Cruzados, no século 12, a cidade ficou esquecida até 1812, quando foi redescoberta pelo explorador francês Johann L. Burckhardt. Para fazer as caminhadas no interior de Petra é preciso um bom tênis de trilha e disposição. Quem preferir pode alugar cavalos e charretes no interior da cidade, que levam turistas até a entrada do “Tesouro Sagrado” ou Al-Khazneh (foto ao lado). Antes de chegar ao encontro da esplendorosa construção vermelha, é preciso atravessar o Siq, um corredor rochoso com inúmeros resquícios históricos. Antes de partir para Petra, vale apostar em um final de semana com pipoca para rever o filme do Indiana Jones.

 

Ao sul de Petra e a menos de uma hora de carro – de Acaba – está o deserto de Wadi Rum, de terra ocre e quente, é habitado por tribos beduínas – antigos nômades – que moram em tendas, produzem artesanato e esbanjam simpatia àqueles que querem se aproximar. Em Wadi Rum, é possível alugar um jipe 4×4 e conhecer uma das rotas comerciais do Oriente Médio, em passeios de duas a três horas, por parte dos 720 quilômetros quadrados do deserto. Não subestime o sol, muito menos o frio do deserto. Casaco, protetor solar e óculos escuros são imprescindíveis. As imensas formações rochosas produzem uma paisagem magnífica. Entre os aglomerados rochosos de 4 mil anos é possível explorar os vales descritos nos “Sete Pilares da Sabedoria”, por T. E. Lawrence. Aliás, outro filme que retrata a beleza aventureira da região é o “Lawrence da Arábia”, filmado em 1962, com os atores Peter O’Toole e Omar Sharif e vencedor de sete Oscar.

 

Escaladores podem explorar pedras de quase 2 mil metros de altura, em cerca de 20 pontos permitidos para escalada, sempre com o auxílio de guias cadastrados no centro de visitação, localizado na entrada do deserto. Além disso, é possível agendar passeios noturnos – e dormir em tendas beduínas –, acampar e fazer trekking, nas áreas permitidas pelas zonas de proteção. Todas as informações sobre Wadi Rum – inclusive os preços de acesso e aluguéis de camelos e jipes – podem ser consultados no site: www.wadirum.jo.

 

O azul do Mar Vermelho

Não há como estar no Mar Vermelho e não passar, pelo menos um dia, em um dos vários pontos de mergulho que a região oferece. De snorkel já é possível sentir um pouco da sensação do azul do Mar Vermelho. Mas o melhor é colocar um cilindro nas costas e descer quase 20 metros nas águas quentes do Oriente Médio. Fazer um curso de mergulho em Israel, com direito a certificado internacional e batismo é mais barato que no Brasil – lá, na baixa estação, o básico com certificado Padi custa €150 com o batismo (R$ 400) – no Brasil não sai por menos de R$ 900. Com a carteirinha na mão, mergulhar no Oriente Médio sai por €20 (R$ 55) e no Brasil, R$ 250.

 

Seja em Israel, na Jordânia ou no Sinai, a vida marinha do Mar Vermelho é sensacional. Milhares de espécies de peixes, incluindo o Dolphin Reef, uma baía na cidade de Eilat, sul de Israel, habitada por dez simpáticos golfinhos de várias idades. Quem não tem muita habilidade com o equipamento de mergulho, pode, no Dolphin Reef, fazer um curso rápido, antes de afundar no habitat dos golfinhos. Para isso é preciso obedecer algumas regras básicas: não descruzar os braços e, em hipótese alguma, tocar nos animais; não se separar do guia – e dupla do mergulho – e respirar tranqüilamente, para não assustar os donos do pedaço. “Quem mergulha na baía dos golfinhos está pedindo permissão para conhecer a casa dos animais. Por isso impomos regras e não oferecemos prêmios para os golfinhos interagirem com o mergulhador. Aqui quem manda são eles”, explica o guia de mergulho brasileiro, Roberto Donio, que mora há 12 anos em Eilat e cuida dos golfinhos e da área de relaxamento do local (http://www.dolphinreef.co.il).

 

Cruzando a fronteira para o Sinai, território que hoje pertence ao Egito, existem muitas áreas propícias para mergulho. Sharm el-Sheikh é destino do conforto, infra-estrutura de resorts e carro para se locomover. Já Dahab é um pequeno vilarejo propício para mergulhadores e mochileiros. Pousadas simples, vida noturna mais tranqüila e muitas escolas de mergulho. Um paraíso para quem quer relaxar e desfrutar dos inúmeros pontos de acesso ao fundo do mar.

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Update da situação

Janeiro 10, 2008 at 2:53 am (Uncategorized)

check!

Está quase tudo preparado. Falta confirmar alguns contactos telefónicos de excursões ou malta que me vai alojar (muito poucos). Os vistos já estão todos tratados (no fundo só tenho um, mas já tenho a informação de como obter os outros todos. Só o da Síria é que não está 100% seguro).

A situação dos voos para o Egipto já está tratada também, sendo que provoca umas ligeiras alterações no final do percurso, mas pouco significativas.

Pormenores a tratar:

Tendo em conta que agora vou fazer várias viagens de avião, a flexibilidade de mudança de itinerário perdeu-se um pouco. No entanto, continua aberta para a fase da viagem que vou andar mais tempo por terra, ou seja: Os três países Síria, Jordânia e Israel. Ao todo 9 dias que vão ter de ser distribuídos de forma ainda não 100% definida.

Falar com a embaixada da Síria em Istambul para confirmar a possibilidade de lá obter o visto.

Arranjar uns contactos de uma ou outra excursão no Egipto e confirmar a estadia em Atenas.

De resto, penso estar tudo sobre rodas. O que é bom porque os próximos dias não me vão permitir ter muito tempo livre para tratar destes assuntos. Enfim, final de vida de estudante a chegar :(

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Alojamento

Janeiro 8, 2008 at 5:10 am (Uncategorized)

camel sleeping

Uma das coisas que irá diminuir o orçamento desta viagem é a (em princípio) ausência de custos de alojamento. Irei sempre ficar em casa de pessoas, encontradas através do fantástico web site www.couchsurfing.com.

Vou ficar em casa de pessoas de todos os estilos e feitios, desde um casal judeu de 60 anos em Jerusalem, a alunos de Erasmus. Em Dahab no Egipto, a pessoa que me vai alojar é mergulhador profissional, o que potencia o dia que vou passar lá, já que o único objectivo é mergulhar no mar vermelho. As pessoas têm sido super prestáveis, oferecendo vária informação. Em cidades como Jerusalém, tive de escolher uma oferta de alojamento no meio de dezenas de respostas positivas. Tem sido o menor dos meus problemas, a questão do alojamento.

O Couchsurfing é neste momento, para mim, um dos conceitos mais interessantes de alojamento em viagem. É uma situação em que todos ganham. Quem aloja sente-se de férias em casa, com pessoas de diferentes culturas com quem partilhar um tecto. Para quem viaja, é uma forma de poupar dinheiro e, acima de tudo, uma forma de ter uma experiência mais verdadeira, sentir melhor o ambiente e a forma de viver nos países em questão, conhecer locais, que inclusive podem dar dicas que não vêm nos guias turísticos ou até oferecer-se para passear connosco pelas cidades. Para quem viaja sozinho, oferece ainda o factor companhia. Já para não falar que muitas vezes também se economiza dinheiro noutros pontos já que podemos comprar e fazer comida, eventualmente lavar a roupa e usar a Internet.

Alojei várias pessoas durante o meu Erasmus em Barcelona e adorei as experiências. Vai ser a primeira vez que vou conhecer o outro lado da moeda.

Para além das noites que vou passar em casa de pessoas, passarei uma noite num comboio (com cama espero) entre a Grécia e a Turquia, num voo entre Istanbul e o Dubai e no deserto em tendas com os beduínos, no deserto de Wadi Rum, na Jordânia.

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Vistos!

Janeiro 2, 2008 at 7:42 pm (Uncategorized) (, )

Vistos

Este é o assunto que mais me chateia no que toca a planear as coisas. Principalmente quando existe contra-informação e não existe uma verdade absoluta em relação a algumas coisas. Faço de seguida uma descrição da situação em cada país:

Turquia - Sempre pensei que não precisaria de um visto para a Turquia, um país que inclusivamente é candidato a entrar na União Europeia (algo que eu duvido muito que se venha a concretizar, principalmente devido à grande diferença de ideologias e culturas). Contudo, é necessário e custa aproximadamente 20 euros. Ainda não tenho a certeza se o posso obter na fronteira mas em princípio sim. Talvez vá a Lisboa tratar disso para ir com o assunto resolvido.

Egipto - Preciso de visto, que, poderia ser obtido na fronteira, não fosse eu entrar pela região do Sinai, em que só fornecem vistos válidos para aquela zona. Terei de tratar do Visto em Lisboa. Tenciono ir lá sexta-feira, e passado uns dias enviam-me o passaporte por correio. Preço, 25 euros.

Israel - O mais fácil e ao mesmo tempo o que trás mais problemas. Não é necessário qualquer visto mas um carimbo de entrada em Israel ou entrada noutro país por uma fronteira com Israel, resulta em não poder entrar em vários países árabes, tais como a Síria, o Líbano ou Marrocos. Como depois de Israel, o único país árabe que vou visitar é o Egipto, e estes têm um tratado de paz com Israel, não há problema. Depois da viagem renovo o passaporte e limpo o registo.

Jordânia - Custa cerca de 10 euros e pode ser obtido facilmente na fronteira com a Síria.

Emiratos Arabes Unidos - Ainda vou tentar confirmar esta informação, mas, em teoria, tendo uma viagem marcada para fora dos Emiratos em menos de 96 horas, concedem-me um visto de três dias gratuitamente. Preciso mesmo de confirmar esta informação com urgência, para não me ver em trabalhos.

Síria - Uma chatice. Complicam as coisas e não há verdades absolutas. Portugal não tem representação diplomática da Síria, pelo que não posso pedir um visto cá. Segundo a embaixada em Madrid, dizem-me que por isso mesmo, posso obter o visto na fronteira, embora não confie muito nesta informação. A outra alternativa, e à qual vou tentar recorrer, já que toda a gente a recomenda, é pedir o visto em Istambul. Contudo, existe possibilidade de necessitar de uma carta de recomendação da embaixada de Portugal. Não tenho confirmação desta informação mas vou tentar descobrir tudo nos próximos dias. É também o mais caro, cerca de 45 euros!

Situação actual - Israel e Jordânia não me preocupam. Turquia e Egipto tenciono resolver esta semana. Emiratos Arabes Unidos e Síria, tenciono preencher as lacunas de informação durante a próxima semana.

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O Backpack :)

Janeiro 2, 2008 at 7:14 pm (Uncategorized) (, , )

front

back

Prendinha de Natal requisitada, aqui está aquela que vai ser a minha companheira de viagem durante mais de 3 semanas. Tem cerca de 30 litros de capacidade, o que é suficiente para o essencial e mais algumas coisas, é almofadada em todo o lado, tem vários apoios e parece ser confortável. Espero que não me faça contracturas nas costas :D

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